quarta-feira, 25 de abril de 2018

Evangelho: João 15,1-8 - 02.05.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João

– Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 1“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. 2Todo ramo que em mim não dá fruto, ele o corta; e todo ramo que dá fruto, ele o limpa, para que dê mais fruto ainda. 3Vós já estais limpos por causa da palavra que eu vos falei. 4Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto se não permanecerdes em mim. 5Eu sou a videira, e vós, os ramos. Aquele que permanece em mim, e eu nele, esse produz muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. 6Quem não permanecer em mim será lançado fora como um ramo e secará. Tais ramos são recolhidos, lançados no fogo e queimados. 7Se permanecerdes em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e vos será dado. 8Nisto meu Pai é glorificado: que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos”.

– Palavra da salvação.

Reflexão:

Ficamos encantados com os cuidados do Pai (agricultor) para com o Filho (videira verdadeira) e os cristãos (ramos). O que o Pai deseja e espera é que todos estejam unidos a Jesus para produzirem obras de amor e justiça (frutos). Os ramos são parte integrante da videira. A mesma coisa se diz da relação de Jesus com seus fiéis seguidores; estes brotam dele, não são acrescentados, mas permanecem unidos a ele e dele recebem a seiva, o Espírito Santo. Essa é a condição indispensável para o aumento de frutos. A satisfação do Pai está em verificar que seus filhos e filhas, unidos a Jesus, produzem abundantes frutos de justiça e fraternidade capazes de transformar a sociedade: “A glória de meu Pai se manifesta nisto: que vocês deem muitos frutos e se tornem meus discípulos”.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Fonte https://www.paulus.com.br/



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Evangelho (Mt 13,54-58) - 01.05.2018

Liturgia Diária

COR LITÚRGICA: BRANCO

São José Operário - Terça-feira

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 54dirigindo-se para a sua terra, Jesus ensinava na sinagoga, de modo que ficavam admirados. E diziam: “De onde lhe vem essa sabedoria e esses milagres? 55Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? 56E suas irmãs não moram conosco? Então, de onde lhe vem tudo isso?” 57E ficaram escandalizados por causa dele. Jesus, porém, disse: “Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!” 58E Jesus não fez ali muitos milagres, porque eles não tinham fé.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Fonte http://liturgia.cancaonova.com/



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Evangelho - Jo 14,21-26 - 30.04.2018

2ª-feira da 5ª Semana da Páscoa
30 de Abril de 2018

Cor: Branco

O Defensor, o Espírito Santo, que o Pai enviará ele vos ensinará tudo

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 14,21-26

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:

21Quem acolheu os meus mandamentos e os observa,
esse me ama.
Ora, quem me ama,
será amado por meu Pai,
e eu o amarei e me manifestarei a ele.
22Judas - não o Iscariotes - disse-lhe:
'Senhor, como se explica
que te manifestarás a nós
e não ao mundo?'
23Jesus respondeu-lhe:
'Se alguém me ama, guardará a minha palavra,
e o meu Pai o amará,
e nós viremos
e faremos nele a nossa morada.
24Quem não me ama,
não guarda a minha palavra.
E a palavra que escutais não é minha,
mas do Pai que me enviou.
25Isso é o que vos disse enquanto estava convosco.
26Mas o Defensor,
o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome,
ele vos ensinará tudo
e vos recordará tudo o que eu vos tenho dito.

Palavra da Salvação.

Fonte http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/

Reflexão:

Só ama a Jesus quem aceita e cumpre os seus mandamentos, que se resumem no seguinte: “Assim como eu amei vocês, que vocês se amem uns aos outros” (Jo 13,34). Ao amar o próximo, o cristão torna concreto seu amor a Jesus. Portanto, o amor verdadeiro não é somente interior, mas visível, traduzido em ações concretas. Quando se põe nessa dinâmica do amor, a pessoa amplia seu raio de relacionamentos: é amada por Jesus e pelo Pai, que nela fazem sua morada. Essa rede de amor é já presença do Espírito Santo prometido por Jesus (cf. Jo 7,39) que o Pai enviará, de tal modo que a Igreja e cada fiel se tornam “templo do Espírito Santo” (cf. Ef 2,19-22 e 1Cor 6,19). O Espírito Santo vem com missão definida: ensinar todas as coisas e lembrar tudo o que Jesus comunicou.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Fonte https://www.paulus.com.br/



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Evangelho: Jo 15,1-8 - 29.04.2018



— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 1“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. 2Todo ramo que em mim não dá fruto ele o corta; e todo ramo que dá fruto, ele o limpa, para que dê mais fruto ainda. 3Vós já estais limpos por causa da palavra que eu vos falei. 4Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto, se não permanecerdes em mim.

5Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim e eu nele, esse produz muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. 6Quem não permanecer em mim, será lançado fora como um ramo e secará. Tais ramos são recolhidos, lançados no fogo e queimados. 7Se permanecerdes em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e vos será dado. 8Nisto meu Pai é glorificado: que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos.

— Palavra da Salvação.

Fonte http://liturgia.cancaonova.com/

Reflexão:

O discurso do capítulo 15 de João inicia com a imagem da videira e dos ramos. Jesus é a videira, os discípulos são os ramos e o Pai é o agricultor. Há um verbo que domina do início ao fim do texto: permanecer. Os ramos não têm vida autônoma e, desligados do tronco, secam e não produzem nada. Assim Jesus compara a vida da comunidade cristã. “Eu sou a videira e vocês são os ramos”. O autêntico cristão está unido a Cristo, fonte de seiva e vida. O motivo da união com Jesus é produzir frutos do Reino de Deus. Não merece o nome de cristão quem não produz frutos de amor, justiça e solidariedade. Nisto o “Pai é glorificado”: que produza frutos. O “Pai é o agricultor” que realiza a poda: o ramo que não dá fruto é cortado e o discípulo que produz é cuidado para que produza mais ainda. A alternativa que Jesus apresenta é clara: estar unido a ele e produzir frutos ou ser cortado e desligado. O Pai (o agricultor) se encarrega da árdua tarefa de remover os ramos secos; a comunidade (os ramos) pode colaborar, mas não assumir o papel do “agricultor”. Sintetizando, o evangelho apresenta a dupla missão do cristão: permanecer em Jesus e produzir os mesmos frutos que ele.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)
Fonte https://www.paulus.com.br/



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terça-feira, 24 de abril de 2018

Evangelho: João 14,7-14 - 28.04.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João

– Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 7“Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. E desde agora o conheceis e o vistes”. 8Disse Filipe: “Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta!” 9Jesus respondeu: “Há tanto tempo estou convosco e não me conheces, Filipe? Quem me viu, viu o Pai. Como é que tu dizes: ‘Mostra-nos o Pai’? 10Não acreditas que eu estou no Pai e o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo, mas é o Pai que, permanecendo em mim, realiza as suas obras. 11Acreditai-me, eu estou no Pai, e o Pai está em mim. Acreditai, ao menos, por causa dessas mesmas obras. 12Em verdade, em verdade vos digo, quem acredita em mim fará as obras que eu faço e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai, 13e o que pedirdes em meu nome, eu o realizarei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. 14Se pedirdes algo em meu nome, eu o realizarei”.

– Palavra da salvação.

Reflexão:

É comovente a maneira familiar com que Jesus fala do Pai. Ele insiste em sua total identificação com o Pai: “Quem me vê, está vendo o Pai”. Jesus é a imagem visível do Deus invisível. Ele é o revelador pessoal do Pai. Quem entra em comunhão com Jesus, entra em comunhão com o Pai. As obras que Jesus realiza são as obras do Pai. Ora, as obras de Deus estão voltadas para o bem do ser humano. O Pai é doador da vida; o Filho também é doador da vida e, como extremo ato de amor, entrega sua vida morrendo na cruz. Os discípulos de Jesus são os continuadores de sua obra. Jesus deixa-lhes o campo aberto para obras semelhantes e ainda maiores que as suas: “Quem acredita em mim, fará as obras que eu faço, e fará obras maiores do que estas”.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Fonte https://www.paulus.com.br/


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segunda-feira, 23 de abril de 2018

Evangelho: João 14,1-6 - 27.04.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João

– Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 1“Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé em mim também. 2Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vos teria dito. Vou preparar um lugar para vós 3e, quando eu tiver ido preparar-vos um lugar, voltarei e vos levarei comigo, a fim de que, onde eu estiver, estejais também vós. 4E para onde eu vou, vós conheceis o caminho”. 5Tomé disse a Jesus: “Senhor, nós não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?” 6Jesus respondeu: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim”.

– Palavra da salvação.

Reflexão:

A certeza da iminente morte de Jesus deixa os apóstolos desconsolados e inseguros. Jesus os conforta. Garante-lhes que sua morte não é o fim de tudo. Não há razão para tristeza. Ele jamais abandona seus discípulos. Está voltando ao Pai, é verdade, mas continua presente na vida e na missão de seus seguidores. Mais: vai reservar um ambiente glorioso para os que permanecem fiéis ao seu projeto de amor e vida para todos. Essa foi a missão de Jesus; será também essa a tarefa para seus discípulos e discípulas. E não lhes faltará a constante ajuda do Mestre e Senhor: “O que vocês pedirem em meu nome, eu vou fazer, para que o Pai seja glorificado no Filho” (Jo 14,13). A exigência de Jesus é que sejam fiéis a ele, único caminho que conduz ao Pai: “Ninguém chega ao Pai, a não ser por mim”.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Fonte https://www.paulus.com.br


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Evangelho: João 13,16-20 - 26.04.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João

– Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus lhes disse: 16“Em verdade, em verdade vos digo, o servo não está acima do seu senhor e o mensageiro não é maior que aquele que o enviou. 17Se sabeis isso e o puserdes em prática, sereis felizes. 18Eu não falo de vós todos. Eu conheço aqueles que escolhi, mas é preciso que se realize o que está na Escritura: ‘Aquele que come o meu pão levantou contra mim o calcanhar’. 19Desde agora vos digo isso, antes de acontecer, a fim de que, quando acontecer, creiais que eu sou. 20Em verdade, em verdade vos digo, quem recebe aquele que eu enviar me recebe a mim; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou”.

– Palavra da salvação.

Reflexão:

Jesus acaba de lavar os pés dos seus apóstolos. Admirável atitude de amor e serviço. Entretanto, não basta compreender a lição do lava-pés; é necessário colocá-la em prática: “Serão felizes se o praticarem”. As pessoas podem ser felizes não dominando, mas amando; não sendo superioras às outras, mas iguais. Nem todos seguirão o projeto de Jesus. Sem declarar o nome, Jesus afirma que entre os apóstolos um será o traidor. Mas Jesus é fiel ao Pai: levará a sua missão até o fim. Ele é o Messias, o enviado pelo Pai, o salvador, a luz  do mundo, o Filho de Deus, a presença de Deus neste mundo. Jesus vai ser afastado pela morte-glorificação, mas deixará aos apóstolos a incumbência de levar adiante a sua mesma missão, a que recebeu do Pai: dar vida abundante para todos.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Fonte https://www.paulus.com.br/



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