quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Evangelho: Mateus 23,1-12 - 27.02.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus

– Naquele tempo, 1Jesus falou às multidões e aos seus discípulos e lhes disse: 2“Os mestres da lei e os fariseus têm autoridade para interpretar a lei de Moisés. 3Por isso, deveis fazer e observar tudo o que eles dizem. Mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam. 4Amarram pesados fardos e os colocam nos ombros dos outros, mas eles mesmos não estão dispostos a movê-los nem sequer com um dedo. 5Fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros. Eles usam faixas largas, com trechos da Escritura, na testa e nos braços e põem na roupa longas franjas. 6Gostam de lugar de honra nos banquetes e dos primeiros lugares nas sinagogas. 7Gostam de ser cumprimentados nas praças públicas e de serem chamados de mestre. 8Quanto a vós, nunca vos deixeis chamar de mestre, pois um só é vosso mestre e todos vós sois irmãos. 9Na terra, não chameis a ninguém de pai, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. 10Não deixeis que vos chamem de guias, pois um só é o vosso guia, Cristo. 11Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. 12Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado”.

– Palavra da salvação.

Reflexão:

As duras advertências de Jesus atingem primeiramente as lideranças religiosas. Elas conhecem as Escrituras, fazem belas pregações nas sinagogas, apontam os defeitos alheios. Talvez consigam até esconder-se atrás de seus impressionantes discursos. Página de incrível atualidade. Aos líderes religiosos e políticos, o Mestre pede que sejam cumpridores do que exigem dos outros. Ao povo em geral ele alerta para que não se deixe enganar com as conversas de certos líderes. São lobos ferozes disfarçados de ovelhas, dirá Jesus em outra ocasião (cf. Mt 7,15). Malfeitores também choram diante das câmeras de televisão! É preciso observar o que fazem. Os títulos podem encobrir atitudes não recomendáveis. Jesus espera atitudes de humildade e generoso serviço ao próximo.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)


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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Evangelho: Lucas 6,36-38 - 26.02.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 36“Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso. 37Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados. 38Dai e vos será dado. Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante será colocada no vosso colo; porque com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Modelo de compaixão é o Pai celeste: “Sejam misericordiosos, como o Pai de vocês é misericordioso”. Mas o é também Jesus, a quem recorriam os sofredores, implorando: “Filho de Davi, tem piedade de nós” (Mt 9,27), “Senhor, tem piedade do meu filho” (Mt 17,15). O Mestre nunca negou uma resposta traduzida em boa obra em favor de quem, com fé, lhe pedisse ajuda. Quanto ao julgamento, corremos o risco de errar, já que as aparências enganam. E não conhecemos profundamente o ser humano. Aviso de Jesus: Pratiquem boas obras com generosidade, sem nada esperar como reconhecimento ou recompensa. É assim que Deus age: de modo abundante. Quanto mais formos gratuitos e generosos para com os outros, mais o Senhor nos cumulará de bens espirituais. E materiais.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Fonte https://www.paulus.com.br/


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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Evangelho: Marcos 9,2-10 - 25.02.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos

– Naquele tempo, 2Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e os levou sozinhos a um lugar à parte sobre uma alta montanha. E transfigurou-se diante deles. 3Suas roupas ficaram brilhantes e tão brancas como nenhuma lavadeira sobre a terra poderia alvejar. 4Apareceram-lhe Elias e Moisés, e estavam conversando com Jesus. 5Então Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Mestre, é bom ficarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”. 6Pedro não sabia o que dizer, pois estavam todos com muito medo. 7Então desceu uma nuvem e os encobriu com sua sombra. E da nuvem saiu uma voz: “Este é o meu Filho amado. Escutai o que ele diz!” 8E, de repente, olhando em volta, não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus com eles. 9Ao descerem da montanha, Jesus ordenou que não contassem a ninguém o que tinham visto, até que o Filho do homem tivesse ressuscitado dos mortos. 10Eles observaram essa ordem, mas comentavam entre si o que queria dizer “ressuscitar dos mortos”.

– Palavra da salvação.

Reflexão:

A transfiguração de Jesus é relato presente nos três evangelhos sinóticos. Jesus sobe a montanha junto com três discípulos representativos e se transfigura; sua aparência se transforma e suas vestes ficam brancas. A descrição simboliza a antecipação da glória de Jesus ressuscitado. As personagens, Moisés e Elias, representam a totalidade do Antigo Testamento: Moisés a Lei e Elias os profetas. Pedro, diante de tamanha beleza, se entusiasma e propõe construir tendas e permanecer aí. É a tentação de quem se nega a descer para a planície e deseja fugir dos compromissos e dos problemas cotidianos. A visão não mudou a mentalidade de Pedro, que iguala Jesus, Moisés e Elias, ou seja, mantém o messianismo de Jesus nas categorias do Antigo Testamento. Da nuvem, símbolo da presença divina, sai uma voz, pedindo para que todos escutem o Filho amado. É a Jesus que agora devemos escutar. É ele que nos transforma em novos protagonistas do seu projeto; é ele a nova realidade que revela a presença de Deus.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Fonte https://www.paulus.com.br/


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Evangelho: Mateus 5,43-48 - 24.02.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus

– Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 43“Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’ 44Eu, porém, vos digo, amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! 45Assim vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons e faz cair a chuva sobre justos e injustos. 46Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? 47E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? 48Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito”.

– Palavra da salvação.

Reflexão:

Amar os inimigos não é atitude espontânea nem fácil. Trata-se de ensinamento inteiramente novo na época de Jesus, e ainda hoje ressoa incompreensível aos que não conhecem a Deus. No entanto, Jesus não hesita em exigir de nós um amor sem restrições. Fazer o bem a quem nos odeia, rezar por quem nos persegue, tudo isso está em sintonia com o jeito de Deus amar, pois o Pai celeste é bom e misericordioso com justos e injustos. Além disso, o próprio Jesus atinge o grau máximo do amor. Ele mesmo dissera: “Ninguém tem amor maior do que alguém que dá a vida pelos amigos” (Jo 15,13). Quanto aos inimigos, Jesus os surpreendeu com sincera expressão de amor nascida do seu coração e dos seus lábios na hora derradeira: “Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que estão fazendo” (Lc 23,34).

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)


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sábado, 17 de fevereiro de 2018

Evangelho: Mateus 5,20-26 - 23.02.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus

– Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 20“Se a vossa justiça não for maior que a justiça dos mestres da lei e dos fariseus, vós não entrareis no reino dos céus. 21Vós ouvistes o que foi dito aos antigos: ‘Não matarás! Quem matar será condenado pelo tribunal’. 22Eu, porém, vos digo, todo aquele que se encoleriza com seu irmão será réu em juízo; quem disser ao seu irmão ‘patife!’ será condenado pelo tribunal; quem chamar o irmão de tolo será condenado ao fogo do inferno. 23Portanto, quando tu estiveres levando a tua oferta para o altar e ali te lembrares que teu irmão tem alguma coisa contra ti, 24deixa a tua oferta ali diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão. Só então vai apresentar a tua oferta. 25Procura reconciliar-te com teu adversário, enquanto caminha contigo para o tribunal. Senão o adversário te entregará ao juiz, o juiz te entregará ao oficial de justiça, e tu serás jogado na prisão. 26Em verdade eu te digo, dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo”.

– Palavra da salvação.

Reflexão:

Mestres da Lei e fariseus pertenciam ao grupo governante, aliado a Roma, com interesse especial em manter a estrutura social da época, opressora e injusta. Jesus quer uma justiça capaz de transformar a sociedade opressora. Por isso, pede a seus discípulos uma justiça acompanhada de misericórdia e fidelidade (cf. Mt 23,23). Modelo é o Pai celeste que “faz seu sol nascer sobre malvados e bons, e faz chover sobre justos e injustos” (Mt 5,45). O preceito negativo “não matar” estende-se à exigência positiva de reconciliação. Não é possível prestar culto a Deus, se o coração está dominado pelo ódio. Tal culto deixa de ser autêntico e transforma-se em mera caricatura, inútil para Deus e escandalosa para os irmãos.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Fonte https://www.paulus.com.br/

Evangelho: Mateus 16,13-19 - 22.02.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus

– Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do homem?” 14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; outros, ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. 15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” 16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. 17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do reino dos céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.

– Palavra da salvação.

Reflexão:

Cátedra é o símbolo da autoridade e do magistério do bispo, e catedral é a igreja-mãe da diocese, sede permanente do pastor. A cátedra de São Pedro é o reconhecimento de sua autoridade sobre a Igreja: “Você é Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha igreja”. Essa investidura dada por Jesus foi reforçada depois da ressurreição: “Alimente os meus cordeiros… Alimente as minhas ovelhas” (Jo 21,15.17). Os evangelhos fazem inúmeras referências a Pedro, mas são escassas as informações sobre seu ministério em Jerusalém, em Antioquia da Síria e em Roma. Entretanto, sua presença e martírio em Roma são comprovados por  muitos  estudiosos.  A  autoridade de Pedro (e de seus sucessores, os papas) se expressa pelo serviço, à semelhança do Mestre e Pastor, que veio para servir e não para ser servido.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Fonte https://www.paulus.com.br/


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Evangelho: Lucas 11,29-32 - 21.02.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas

– Naquele tempo, 29quando as multidões se reuniram em grande quantidade, Jesus começou a dizer: “Esta geração é uma geração má. Ela busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal de Jonas. 30Com efeito, assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, assim também será o Filho do homem para esta geração. 31No dia do julgamento, a rainha do Sul se levantará juntamente com os homens desta geração e os condenará. Porque ela veio de uma terra distante para ouvir a sabedoria de Salomão. E aqui está quem é maior do que Salomão. 32No dia do julgamento, os ninivitas se levantarão juntamente com esta geração e a condenarão. Porque eles se converteram quando ouviram a pregação de Jonas. E aqui está quem é maior do que Jonas”.

– Palavra da salvação.

Reflexão:

Jonas era um profeta de Israel e Salomão ficou famoso por sua admirável sabedoria. Jesus é maior do que eles, mas não encontra acolhimento entre seus contemporâneos. Essa geração é “malvada” por sua falta de fé. Ela pede sinais, mas ignora as numerosas obras boas que Jesus realiza em seu meio. A rainha de Sabá, pagã, fez longa viagem para ouvir o sábio Salomão (1Rs 10). O profeta Jonas não fez milagres em Nínive; no entanto, sua presença e pregação levaram o povo de Nínive a se converter para Deus. Pois bem, tanto a rainha de Sabá, quanto os ninivitas irão depor contra a geração do tempo de Jesus, que é o maior dos profetas, o Rei e o Sábio por excelência. Dura provocação para despertar consciências adormecidas.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Fonte https://www.paulus.com.br/


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