sábado, 17 de fevereiro de 2018

Evangelho: Mateus 6,7-15 - 20.02.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus

– Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7“Quando orardes, não useis muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por força das muitas palavras. 8Não sejais como eles, pois vosso Pai sabe do que precisais, muito antes que vós o peçais. 9Vós deveis rezar assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus. 11O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. 12Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. 13E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. 14De fato, se vós perdoardes aos homens as faltas que eles cometeram, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará. 15Mas, se vós não perdoardes aos homens, vosso Pai também não perdoará as faltas que vós cometestes”.

– Palavra da salvação.

Reflexão:

As crianças, mediante orações simples, surpreendem os adultos. Elas expressam, sem rodeios: “Papai do Céu, arrume um emprego  para o meu pai. Obrigado”. Dado que são sinceras e confiantes, serão atendidas. Jesus, nosso principal modelo de oração, não condena a insistência nos pedidos; ao contrário, a recomenda, conforme o faz na parábola do juiz e da viúva (cf. Lc 18,1ss). O que Jesus corrige é nossa tendência a multiplicar palavras (amontoar frases vazias) quando rezamos. Ao ensinar-nos a rezar, Jesus nos apresenta a essência da oração cristã. O pai-nosso contém uma invocação e sete pedidos, três em honra de Deus e quatro a favor do ser humano. Nossa oração só será eficaz se for acompanhada do perdão a quem nos ofendeu.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Fonte https://www.paulus.com.br/


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